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Como a ciência pode ajudar uma marca centenária a combater o "brainrot" da vida moderna?

Vivemos na era da superestimulação. A geração entre 30 e 45 anos, novo público estratégico da Tramontina, passa horas diante de telas, sobrecarregada e presente de menos.

Para reconectar as pessoas ao prazer do fazer manual, decidimos provar o que a marca sempre acreditou: colocar a mão na massa faz bem para a mente.

Desafio

A Tramontina sempre esteve presente no cozinhar, consertar e plantar. Mas como transformar produtos utilitários em aliados do bem-estar emocional? O desafio era reposicionar a marca dentro de um novo território: o do descanso ativo, combatendo o cansaço digital com a presença física.

A ciência por trás da emoção

Não foi apenas uma campanha de posicionamento; foi um experimento científico real.

  • Neurociência Aplicada: Em parceria com a Forebrain, conduzimos um estudo utilizando eletroencefalogramas portáteis para medir as ondas cerebrais de voluntários enquanto cozinhavam, jardinavam ou faziam pequenos reparos.

  • Os Dados: A ciência comprovou que as atividades manuais reduzem o estresse e aumentam o relaxamento em até 67%, com uma sensação de bem-estar que perdura após a tarefa.

Com a participação de Lázaro Ramos, transformamos os dados frios em uma narrativa sensível.

O filme documental acompanha o experimento real, unindo ciência e poesia para mostrar que o equilíbrio está na palma das nossas mãos.

O impacto foi além do vídeo: inauguramos um novo território de marca para a Tramontina, conectando-a a um diálogo urgente sobre saúde mental e presença na vida contemporânea.